Thursday, July 06, 2006

[PARABÉNS PORTUGAL]

Felicito a selecção, não pelo que fez e não fez ontem, mas pelo que fez no mundial.
Fomos e somos uns dos melhores, um dia seremos mesmos os melhores, mas esse caminho é feito com estes passos. Só jogando sistematicamente finais e meias-finais poderemos almejar ganhar uma final, pois só aí teremos a experiência que ontem a França teve para superar a notória falta de pernas.
Contudo, Portugal demonstrou que não é um país qualquer, pois se o fosse, não lhe davam tanta importância. As campanhas feitas pelos jornais holandeses, ingleses e franceses foram do mais baixo que se pôde ver e, aqui e ali, foram influenciando, com o nosso contributo em algumas ocasiões que eram evitáveis, decisões menos correctas dos árbitros que nos olhavam como simuladores, fiteiros e caceteiros.
Essas atitudes demonstram receio de Portugal e demonstram que nós não somos, futebolisticamente, um país qualquer.
Se deixarmos de ser realmente fiteiros e deixarmos de cair só porque nos sopram, então passaremos a ser respeitados e mais dificilmente um arbitro se deixará condicionar.
Essa cultura tem vindo a mudar mas, estou certo, se Scolari sair, corremos o risco de regredir tudo o que evoluímos desde que ele chegou.
Por fim, renovo os parabéns, pois chegámos longe, muito mais que a Argentina, o Brasil, a Holanda e a Inglaterra, grandes potencias do futebol mundial.
Por mim continuarei a apoiar, como sempre, a NOSSA SELECÇÃO
PARABÉNS PORTUGAL

Wednesday, July 05, 2006

[FORÇA PORTUGAL]

P Persistência
O Optimismo
R Respeito
T Trabalho
U União
G Garra
A Amor
L Luta
Se crês em Portugal, se acreditas que o sonho pode ser real.
Se apoiasa selecção nos bons e maus momentos... Envia esta mensagem aos teus amigos e vamos fazer com que todo o País a leia.
Não cortes a corrente ...PORTUGAL!!!!!!!!

Monday, July 03, 2006

[FAZ HOJE UM ANO]

Faz hoje um ano que, com outro nome e outro formato, comecei este blog.
Para mal de muitos, nomeadamente os básicos que me criticam sem fundamento e por despeito e que tanto me fazem rir, e gáudio de alguns poucos que me vão lendo e dando alento para continuar, lá se foi fazendo este blog, diferente de todos os outros, um pouco à minha imagem.
Apesar de constar como criado a 3 de Junho, na verdade foi criado a 3 de Julho, mas como na altura não dominava muito bem o esquema, acabei por inserir uma data 30 dias anterior à real.
Passado um ano, e tendo tido visitas de quase todos os continentes, acho que este blog, eminentemente local, é um sucesso com as suas mais de 15.000 visitas reais.
Quando digo reais, isso significa que são as entradas diárias, ou seja, um computador se entrar 15 vezes num dia só fica o registo de uma, não é como alguns que colocam contadores de 5ª onde cada página aberta é registada como uma entrada, podendo o próprio dono lá entrar 100 vezes só para aumentar os visitantes.
De entre as lutas aqui travadas a que mais gosto me deu e mais resultados práticos teve foi a da luta contra a integração no centro hospitalar de Viseu.
Depois de tanto aqui escrever, ainda que jamais admitam que assim foi, recuaram na decisão, porque a bola foi crescendo, outros a mim se juntaram e demonstraram que não é nos gabinetes que se decide tudo, sem dar a voz ao povo.
Muitas outras batalhas se seguirão, porque aqui vou continuar.
Pelo que envio o meu obrigado aos que me apoiam e um obrigado ainda maior aos que me atacam, pois só me dão mais força para continuar.

RECEBIDO VIA E-MAIL

Em cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho, o Estado, e muito bem, tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para a Segurança Social.
O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de trabalho, é obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para a SegurançaSocial.
E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muitobem, retira ao meu patrão outros 33 euros.
Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrão pagou, o Estado, e muito bem, fica com21 euros para si.
Em resumo:
Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55.
Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 21.
Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33.
Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus negóciosou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase metade dasverbas envolvidas no caso.
Eu pago e acho muito bem, portanto exijo: um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro emprego para os meus filhos.
Serviços de saúde exemplares. Um hospital bem equipado a menos de 20 km da minha casa.
Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o país. Auto-estradas sem portagens. Pontes que não caiam.
Tribunais com capacidade para decidir processos em menos de um ano.
Uma máquina fiscal que cobre igualitariamenteos impostos.
Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida e jardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros.
Polícia eficiente e equipada.
Os monumentos do meu País bem conservados e abertos ao público, uma orquestra sinfónica. Filmes criados em Portugal.
E, no mínimo, que não haja um único caso de fome e miséria nesta terra.
Na pior das hipóteses, cada 300 euros em circulação em Portugal garantem ao Estado 100 euros de receita.
Portanto, Sr. Primeiro-ministro, governe-se com o dinheirinho que lhe douporque eu quero e tenho direito a tudo isto.Um português contribuinte.
(Meus amigos... Este é seguramente um mail que todos temos a obrigação depassar)

Monday, June 26, 2006

[VAMOS ACREDITAR]

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Ontem foi mais uma noite épica, daquelas que só nós sabemos viver e superar. Para Portugal nada é ganho sem sacrifício e ontem foi um bom exemplo disso.

Exemplo de sacrifício, perseverança, coragem, união, luta, amizade, tudo junto numa selecção que ganhou, mas que se tivesse perdido tinha-o feito com a cabeça erguida, lutando até ao último homem.

Houve erros, claro, infantis até para homens de barba rija, mas no final, a sorte sorriu-nos e como se diz por aí, não há campeões sem sorte e nós estamos com a estrelinha.

Vamos acreditar.

Thursday, June 22, 2006

Wednesday, June 21, 2006

[UMA BOA MEDIDA DO GOVERNO, SE FOR APLICADA A SÉRIO EM SEIA…]

O Governo prepara-se para legislar no sentido de as autarquias passarem a definir elas próprias qual o montante de IRS que se vai cobrar aos seus munícipes, nos 5% a que têm direito, podendo definir o valor entre o mínimo de 2% e o máximo de 5%.
Tal situação reflecte-se numa possibilidade de os municípios competirem entre si na taxa de IRS a cobrar, atraindo população se a taxa for a mais baixa e afastando população se ela for a mais alta.
Num concelho reconhecidamente desertificado e onde a tendência é a da diminuição da população se nada for feito (Vide post anterior) esta medida pode trazer grandes benefícios desde que se faça uma gestão coerente e cuidada dos dinheiros públicos, poupando onde é possível em benefício da população.
Assim, LANÇO DAQUI UM DESAFIO AO PS E À CÂMARA MUNICIPAL DE SEIA:
LOGO QUE SE APROVE ESTA LEI, PROPONHAM A TAXA MÍNIMA DE IRS, COMO FORMA DE ATRAIR PESSOAS AO CONCELHO.

Esta é uma proposta minha, uma medida que entendo ser em benefício directo da população, objectivo que é ou deve ser o norte de qualquer entidade pública.
Aqui fica feita e publicada, a 21 de Junho de 2006, a minha proposta.
A ver vamos se fazem ao que eu proponho...

[DESERTIFICAÇÃO – DESTINO OU OPÇÃO?]

Para muitos a desertificação do interior de Portugal é um destino ao qual é impossível fugir, porque entendem que pouco há a fazer atenta a concorrência do litoral e as oportunidades que este oferece.
Eu não entendo que assim seja, havendo neste aspecto possibilidades efectivas para lutar contra esse “destino” alterando-o, basta que quem governa a nível nacional e local assim o queira.
Os últimos dados sobre a população do nosso concelho de Seia mostram uma redução dessa mesma população, mostrando também que daqui a uns 25 a 30 anos seremos pouco mais de metade daqueles que somos hoje.
Tais resultados são uma previsão, se a tendência continuar a mesma que tem sido até aqui.
Ora é aí que nós podemos actuar, e quando digo NÓS, digo os que aqui vivem, os que governam o concelho e os que, sendo naturais de cá, se candidatam a cargos de deputados por via dessa naturalidade e são eleitos, ou ainda os que chegam a ministro.
Eu, quase a chegar aos trinta, quando acabei a faculdade, em 1999, não tinha nenhuma ideia de voltar para Seia. Pensava, como pensam os jovens deste concelho que vão estudar para fora, que aqui não havia oportunidades. Por circunstâncias da vida acabei por me estabelecer em Seia e cá vivo e vou viver, sendo certo que nunca podemos prever a nossa vida de forma definitiva.
Contudo, aquilo que eu pensava na altura, a falta de oportunidades no concelho, também pensavam muitos outros jovens nessa altura e ainda pensam hoje o mesmo muitos outros.
Se se fizer um inquérito aos jovens deste concelho, os que cá vivem e os que vão estudar fora, seguramente que a maioria não pretende ficar cá a viver.
Essa opção de não ficar, ou não voltar, ao concelho enraíza-se em muitos factores.
Em primeiro lugar, a oferta de emprego é escassa. Actualmente há cerca de dois mil desempregados no concelho de Seia e pouca oferta de emprego, sendo a maioria da oferta para emprego não qualificado.
Uma prova disso mesmo são empresas que, para poderem ter um quadro técnico de qualidade se vêem obrigadas a deslocalizar o seu centro de negócio para outras cidades, a fim de cativar esses mesmos quadros.
Em segundo lugar, a somar isso, as empresas não querem vir para Seia. As que cá havia foram indo embora ou falindo, restando apenas uma única grande empregadora privada, a ARA. Vamos esperar que também não se vá embora.
Em terceiro lugar, as empresas não vêm, entre outros factores, porque não há acessibilidades. Ora, se não as há é porque o Governo as não constrói.
Em quarto lugar, a compra de casa no concelho é muito cara, quando comparada com outros concelhos de igual dimensão e mesmo com alguns maiores. Tal facto deve-se às elevadíssimas taxas de loteamento cobradas pela Câmara e que encarecem o preço dos apartamentos ou vivendas.
Em quinto lugar, se não quiserem comprar, preferindo construir, vêem-se confrontados elevadíssimas taxas de licenciamento e depois, ao longo dos anos, com elevadas taxas de IMI (antiga contribuição autárquica), praticando-se no concelho de Seia a taxa mais alta prevista na lei, a de 0,8%, quando a maioria já baixou para 0,6%.
Em sexto lugar
, os valores são de tal forma proibitivos que um jovem, ou um casal de jovens, em início de vida, com emprego há pouco tempo, não tem quase hipótese nenhuma de obter empréstimo bancário, ou porque os seus rendimentos não permitem que o banco lhes empreste, ou porque a prestação mensal é incomportável, à qual há que associar os constantes aumentos das taxas de juro.
Em sétimo lugar, a oferta para além dos eventos do fim-de-semana, é pouca e quem quer da vida um pouco mais que só trabalhar, não tem onde. Um exemplo disso, e da falta de gente no concelho, é o cinema funcionar só ao fim de semana, porque durante a semana estaria vazio. Ele não abre durante a semana porque não há público, e esse público não existe porque há cada vez menos pessoas no nosso concelho.
Tendo tido Seia um Ministro da Economia e das Finanças, portanto, um ministro com grande poder, nos governos de Guterres, seria de esperar que tal tivesse sido feito, mas não foi. Esse mesmo ministro, agora dirigente de uma grande empresa espanhola, disse numa Assembleia Municipal, e isso veio na imprensa, que as fábricas que essa empresa vai construir na Guarda vão para lá porque eles têm boas acessibilidades. Ora, para bom entendedor, meia palavra basta. Tudo gira à volta do mesmo.
Se quem é de cá e está no governo puxasse pelo concelho, como fez Guterres com o Fundão e Sócrates com a Covilhã, poderíamos estar bem melhor.
Se assim tivesse sido, teríamos melhores acessibilidades e, em consequência, maior atractividade para empresas.
Se quem governa a Câmara baixasse as taxas de loteamento, o custo dos apartamentos e vivendas baixava para os construtores e, em consequência, o preço de venda baixava também.
Se quem governa a Câmara baixasse a taxa do IMI (antiga contribuição) o custo desse imposto pesava menos nas contas das pessoas, pois hoje em dia, os valores cobrados a este nível já influencia que se compre casa num ou noutro concelho.
Se todos estes esforços fossem feitos de forma ordenada, seguramente haveria mais compras de casa por naturais do concelho ou por pessoas que aqui optassem viver, haveria maior atractação de empresas e por isso, maior criação de emprego, haveria mais oportunidades para os jovens, os de cá e outros que para cá viessem e, assim, combater-se-ia o fatalismo da desertificação.
Por tudo isso eu acho que a desertificação não é um destino, é a consequência de opções de quem governa que prejudicam quem aqui deseja viver, mas não pode.
Está nas nossas mãos lutar por um futuro melhor.
Resta perguntar: Será que ainda vamos a tempo?
Nuno Almeida
Texto publicado no Jornal "A Partilha".

Tuesday, June 20, 2006

[A FALTA DE IDELOGIA E DE PRINCÍPIOS POLÍTICOS DÃO NISTO]

Ouvi e li, durante a campanha eleitoral para a Presidencia da República que Cavaco Silva seria a desgraça de Portugal, que não era a pessoa indicada, não tinha estofo, perfil, capacidade, humanismo e outras parvoices pegadas.
Ouvi, li e registei, pois não se pode hoje dizer uma coisa e amanhã outra completamente diferente.
Por isso é que me choca quando alguns desses críticos de ontem, rastejem hoje perante Cavaco, dizendo que faz discursos brilhantes, só porque ele não critica abertamente o Governo.
Se calhar, se conseguissem ler o que está nas entrelinhas, talvez percebessem a mensagem, mas como não conseguem, cingem-se ao teor literal do texto.
Enfim, também não lhes podemos exigir mais...

[TRISTE FIGURA DO MINISTRO DA SAÚDE]

O Ministro da Saúde, de calinada em calinada, não consegue segurar o barco.
E a asneira é tanta que mesmo quando há estudos de pessoas credenciadas, que não são encomendados por partidos da oposição, a desculpa a dar é de que não fazem os estudos com rigor.
O que é um facto é que a acusação do CDS/PP no parlamento aqui há uns tempos tinha razão. Um deputado do CDS/PP levou 3 marcas de medicamentos que eram mais caras nas lojas de venda livre do que nas farmácias.
A essa atitude atirou-se o 1º Ministro acusando-o de demagogia, porque havia mais de 1500 medicamentos naquela situação, não sendo aqueles representativos.
O que acontece agora é que o Observatório da Saúde, que não é nenhum partido da oposição, chega à mesma conclusão, não com 3 medicamentos, mas analisando-os a generalidade dos mesmos, considerando que na maioria eles são mais caros fora das farmácias.
Esta conclusão obviamente é demolidora para o Ministro que mais não podia do que acusar o Observatório independente e imparcial de incompetência na elaboração do estudo, porque ele, dependente e parcial, é que sabe como é que é.
Enfim, as pessoas, ou melhor, o bolso das pessoas é que sabe como é, e já reparou que é um dos casos em que se gasta mais numa situação onde prometeram que se ia poupar.
Ou seja, mais uma de muitas das mentiras do governo PS.

[HE, HE, HE - Parte II]

Aqui publico mais uma gentil mensagem de um dos meus "amigos", um dos tais que gostaria de poder amordaçar as verdades que aqui publico, mas não pode.
Leiam com atenção, que ele precisa que saibam que ele existe.
"Julgas-te mesmo importante...Já que tens tanta coragem para criticar os anónimos, também a poderias ter para permitires comentários directos aos teus posts sem teres de os aprovar primeiro...Isso é que é gostar de liberdade de opinião...Até a permitires verdadeiramente concordarei com o tal anonimous - volta para a tua lua de mel...e só para chatear, desta vez não vou assinar... "
Estes meus "amigos" são ainda mais básicos do que eu imaginava e isso dá-me um gozo tremendo, porque me divirto com tanta palermice junta. Quanto mais básicos, mais eu me rio.
E tenho-me divertido à brava com eles.
Quanto a este básico que escreveu este comentário anónimo, apenas lhe digo que, se ter os comentários não filtrados é deixar básicos como tu, ignorantes mesmo, como tu (mesmo não sabendo quem tu és), virem para aqui insultar-me a mim e a outros, quando digo aqui umas verdades, então vou continuar a filtrar os comentários.
Se os comentários forem sérios, ainda que discordantes do que eu digo, e se forem educados, escritos por pessoas que não são cobardes com tu, eu publico-os. Contudo, se são deste género ou piores, como já recebi, não publico.
Um abraço, meu grande básico.
He, he, he.

Friday, June 16, 2006

[HE, HE, HE]

Parece que o meu regresso desagradou mesmo aos meus "amigos" do peito, aqueles que tanto gostam de mim, por eu tanto os desmascarar aqui.
Gostaram tanto que até me me enviaram uma simpática mensagem dizendo "volta mas é pra tua lua de mel".
Que simpáticos que eles são, não são.
Quanto mais eles me mandam mensagens simpáticas como esta, mais eu vou continuar a escrever sobre eles.
São tão básicos estes individuos que fazem comentários sob a capa de anónimous, tão básicos que só me dá vontade de rir.
He, he, he.

Wednesday, June 14, 2006

[PARA SE DISTRAÍREM]

Coloquem o vosso nome aqui e vejam o resultado. É porreiro.

[A DESCULPA ESFARRAPADA]

Depois da morte da criança hoje entre Elvas e Portalegre, apressou-se a dizer o Ministério da Saúde que as pessoas estavam a fazer confusão, que não tinha fechado a maternidade de Elvas, só a sala de partos e como tal há dois obstetras em Elvas, pelo que o fecho da sala de partos nada teve a ver com o assunto, ao ponto de não haver um inquérito quando há uma morte…
Ora, sucede que quando Elvas tinha sala de partos, não havia dois, mas sim quatro obstetras, dois para consultas previamente marcadas e dois que assistiam às urgências ou que estavam disponíveis para qualquer chamada de emergência.
Com o fecho da sala de partos, de quatro se passou a dois, e ACABARAM OS OBSTETRAS NAS URGÊNCIAS.
Porque não os havia, a situação não foi melhor avaliada logo ali.
Assim, a conclusão é amesma do post anterior, pois tudo redunda no mesmo, não há dinheiro que pague uma vida, mas isso é para mim, para o PS há.

[A PRIMEIRA MORTE]

Foram precisas menos de 48 horas para falecer a primeira criança de uma grávida que, antes do encerramento, seria assistida por uma maternidade que foi encerrada por este governo do PS.
Foi entre Elvas e Portalegre.
A mãe, com dores, foi à maternidade de Elvas. Como esta estava fechada e não havia obstetra a mesma foi evacuada pelo médico das urgências (clínica geral) para o Hospital de Portalegre, sem sequer levar um acompanhamento médico no transporte (o médico não é obstetra não podia avaliar correctamente a gravidade da situação).
Na viagem, as dores aumentaram, houve um rompimento da placenta, a criança quando foi extraída, estava já morta.
Para quem anda por estas estradas de Portugal, sabe bem como é a ligação Elvas – Portalegre, o tempo que se demora, e o risco do transporte.
Se a maternidade estivesse aberta, haveria obstetras de serviço, a avaliação seria imediata e, quem sabe, uma morte seria evitada.
Não quero eu dizer que sou contra o encerramento de maternidades. Sou contra o encerramento cego e meramente economicista das mesmas.
Quando se fecha uma maternidade em Oliveira de Azeméis e se mandam as grávidas para Santa Maria da Feira, ao lado e com bons acessos, a medida é boa, e tanto é quem nem houve grandes protestos.
Agora casos como o de Elvas (e outros há) são gritantes, e só pessoas que vivem no luxo se podem dar ao luxo de decidir entre a vida e morte de uma criança apenas por questões económicas, pois a vida não pode ser assim avaliada.
Pelos vistos, para o PS, a vida humana tem um preço.
Para mim jamais terá.

Tuesday, June 13, 2006

[DE VOLTA]

Pois é, cá estou de volta.
Para felicidade de poucos e desespero de muitos regresso ao meu blog.
Agora casado e feliz com a nova vida que tenho por diante, confiante no futuro, pois sem confiança não se chega a lado nenhum.
Volto cheio de energia e de posts acumulados na cabeça durante uma semana em que, se cá estivesse, poderia escrever intensamente.
Vou ver se tenho tempo de aqui colocar alguns.
Obviamente que dirigidos a todos aqueles que se sentem infelizes com o meu regresso.
Um Abraço, aos outros, claro.

Wednesday, May 31, 2006

[INTÉ]

Como é evidente, depois de saberem da novidade no post anterior, será natural que não estranhem que eu despareça uns dias daqui, para curtir o meu casamento e a lua de mel, no culminar de uma semana em cheio (tirando o dente do siso, hehehe).
Por isso malta fiel, até prá semana.
Um Abraço

Tuesday, May 30, 2006

[HÁ SEMANAS E SEMANAS...]

Há semanas e semanas, mas como esta, duvido que haja outra, até porque é mesmo impossível que tenha outra semana na minha vida em que faça 30 anos no dia 30 - portanto, hoje -, em que me nasça o segundo dente do siso - já não me nasce mais nenhum - e em que me case pela primeira vez - espero ser a primeira, a última e para todo o sempre.
De facto, uma semana em cheio.

Friday, May 26, 2006

[LIBERALIZAÇÃO DA PROPRIEDADE DAS FARMÁCIAS]

Ouvi agora, no noticiário da hora de almoço, o anúncio do Governo de liberalização da propriedade das farmácias.
Eu digo, finalmente.
Esta sim é uma medida de coragem, ou melhor, será uma medida de coragem se não for mais um anúncio de vou fazer um dia, sem que nunca seja feito.
Resta aguardar pelo diploma para averiguar em que termos vai funcionar e quais as incompatibilidades que ele prevê, para se aferir se se garante uma acesso justo.
Contudo, de modo genérico, a medida é boa e acaba com o monopólio mais escandaloso que se conhece em Portugal.
As Farmácias, hoje em dia, apenas podem ser detidas por licenciados em farmácia. Esta lei fazia com que o sistema funcionasse de forma absolutamente perversa, fazendo com que muitas farmácias fossem, de facto, de não licenciados mas tituladas formalmente pelos directores técnicos, licenciados em farmácia.
Era a perversão total do sistema, perversão essa que ia ao ponto de muitas famílias praticamente obrigarem os seus filhos, mesmo sem vocação, a frequentar licenciaturas em farmácia só para poder garantir a titularidade das mesmas na família.
O negócio das farmácias é um negócio de milhões e, como tal, tem que estar aberto á livre concorrência que apenas poderá beneficiar os consumidores.
Por tudo, e em tese geral, está será uma boa medida.

[A GRATIDÃO DO AC MILAN]

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"A.C. MILAN COMUNICADO OFICIAL: RUI COSTA
25-05-2006
O A.C.Milan comunica haver resolvido consensualmente o contrato estipulado com o jogador Manuel Rui Costa.
O A.C.Milan agradece a Rui Costa pelo esplêndido comportamento mantido dentro e fora do campo e pela preciosa contribuição técnica que no curso dos cinco anos em que vestiu a camisa rossonera levou à conquista de um scudetto, uma Copa Itália, uma Supercopa da Liga, uma Champions League e uma Supercopa Europeia."

AC MILAN

A grandeza de um homem vê-se nestes gestos. Rui Costa assinou pelo clube do coração sem saber quanto vai ganhar. Foi um gesto bonito e que demonstra que há valores bem maiores que o dinheiro.