Tuesday, March 17, 2009

a serra

Uma das muitas belíssimas paisagens que pudemos usufruir com a caminhada que ligou a Lagoa Comprida ao Vale do Rossim.

Wednesday, March 11, 2009

Caminhada

O clube de montanhismo de Seia, no âmbito das suas actividades, vai realizar no próximo dia 14 de Março uma caminhada que irá ligar a Lagoa Comprida ao Vale do Rossim.

O percurso terá uma extensão de 9 km, tendo o seu início às 9.30h.

Os participantes deverão deslocar-se até à Lagoa comprida e regresso do Vale do Rossim ao ponto de partida será efectuado em transporte que o clube irá organizar.

Para mais informações consulte o site do clube.

Monday, March 02, 2009

Blues

Dois concertos que valeram bem a pena assistir no Seia Jazz e Blues.

Sexta-feira


Na sexta feira foi o grupo Budda Power Trio, composto por jovens que produziam uma sonoridade interessante, cativando o público na sequência musical que foram desenvolvendo.
À qualidade das suas execuções juntava-se também o humor do líder e uma imagem retro que criava interesse no público.

Sábado
No Sábado assisti a um dos melhores concertos que já ocorreram na cada da cultura.
Sherman Robertson mostrou ser um mestre na sua arte, sendo acompanhado por bateria, teclas e baixo por excelentes executantes que em nada desmereceram o seu líder.

Este espectáculo, em qualidade, esteve ao nível do de António Pinho Vargas e Leo Gandelman, sendo estes aqueles que considero terem sido os três melhores espectáculos que assisti em Seia.

Friday, February 27, 2009

um zero à esquerda

Um zero à esquerda é um zero à esquerda.
De nada vale, ninguém lhe liga, mesmo que muito berre, estrebuche, insulte e seja mal-educado.
Por mais que tente nunca deixará de ser um que é, um zero à esquerda.
Local, aliás, de onde nunca deveria ter tentado sair para tentar ser um zero à direita.
Entretido no circo em que vive sempre nos vai divertindo e permitindo que possamos dar boas gargalhadas.
Nestes momentos de crise um circo sempre anima.
Obrigado zero à esquerda.

Wednesday, August 01, 2007

[O silêncio também incomoda]

Mesmo sem nada escrever há quem se sinta incomodado comigo.
Quando falo, não gostam do que digo (os socialistas claro), quando me calo, sentem-se intrigados e teorizam sobre os motivos do meu silêncio.
Este facto foi-me relatado por um socialista ao mais alto nível em Seia, tendo eu achado imensa piada ao facto, pois percebei que não só me dão mais importância do que aquela que julgava ter, como percebi que se sentem afectados comigo quer fale, quer não fale.
Mais piada achei, uma vez que o meu silêncio se deve apenas a uma absoluta falta de tempo para escrever e a nada mais. Por isso, esqueçam as teorias, estão todas erradas.
De qualquer das formas, não deixo de anotar que em sete meses, escrevendo um único post a 14 de Março, tive mais de 4000 visitas, o que não deixa se ser curioso e interessante.
Afinal, o silêncio também faz mossa.

Wednesday, March 14, 2007

(O caso esmeralda vs. o caso da criança raptada)

Quando se deu à imprensa o prato cheio do caso Esmeralda, não faltaram pseudo entendidos, que não entendem de nada, advogando a superioridade dos pais do coração, à do pai biológico.
Em debate na Sic notícias, no programa quadratura do circulo, foi fácil ver Jorge Coelho, qual jurista, psicólogo e assistente social encarnado na pele daquele politico, a dizer que para ele as leis pouco interessavam, o que interessava é que a criança devia ficar com os pais do coração.
Avisadamente Pacheco Pereiro alertou para a perniciosidade do critério. Na verdade, o critério do coração, levado ao limite, poderia permitir que um(a) raptor(a), por ter criado, com carinho, afecto e todos os cuidados, uma criança que previamente havia raptado, pudesse com ela ficar, por ser traumatizante a retirada dela ao (à) raptor(a) de forma rápida.
Com espanto, assisti ontem ao um entendido em psicologia, num canal de televisão, a defender isso mesmo, ou seja, que a criança raptada não poderia ser retirada à raptora, ou à sua família, de forma brusca, porque se iria ressentir, e que a mesma deveria ser retirada de forma gradual, seja lá o que isso for.
No limite, quase que deveriam viver todos juntos, até a raptora ser alegremente condenado e enclausurada numa cadeia pelo crime supostamente cometido.
De certo que agora, todos os que advogam a tese do coração, ficaram igualmente chocados ao perceber que a família biológica da criança raptada é uma família desestruturada, com um pai desempregado, uma mãe com pouco trabalho, e que ela vai viver numa casa com pelo menos quatro irmãos e irmãs, porque os outros já foram retirados à família por falta de condições para serem por ela criados, casa essa com muito poucas condições de habitabilidade, pelo que foi possível ver pela televisão. De certo que esta criança, possivelmente vai ter o mesmo destino, entregue a uma família de acolhimento e a um centro de acolhimento de crianças.
Os casos, apesar das idades, são semelhantes, e o critério não pode ser a diferença de idade, para se verificar a existência de crime. Na verdade, tão criminosa foi a actuação do sargento Luís Gomes e esposa como foi da raptora de Penafiel. Se houve sequestro ou subtracção de menor, isso já uma questão diferente. Agora que aparentemente houve crime, parece certo.
Estes casos são, assim, paradigmáticos na definição do que pode ou n ser um Estado de Direito, não podendo este ser criado através de regras, análises ou convicções subjectivas e sim através de leis gerais e abstractas, mesmo que elas, subjectivamente possam parecer injustas.
Se assim não for, corre-se o risco de tratar casos iguais como desiguais, e desiguais como iguais, violando um dos mais sagrados princípios desse mesmo Estado de Direito, ou seja, o princípio da igualdade.
Por isso, é que os casos destas duas crianças serão subjectivamente analisados de modos muito diferentes, mas objectivamente têm uma parecença incrível.

Thursday, January 11, 2007

"parece que 2007 vai ser um ano interessante II"

Para os que não ouviram nem leram mensagem do Presidente da República, aqui fica o link para ir lá e retirar as suas próprias conclusões.

20.000

Entrei agora mesmo e verifiquei que estava nas 20.000 visitas.
É um número como outro qualuqer, mas achei o registo interessante, até porque este é o 4.º post que publico nos últimos 3 meses.
Fica registado.
Os meus agradecimentos a todos quantos aqui passaram.

Tuesday, January 02, 2007

[parece que 2007 vai ser um ano interessante...]

Será um ano que, após a mensagem de ano novo do Presidente da República, irá marcar definitivamente a legislatura.
O PS tem andava inebriado com os apoios, os encorajamentos, as manifestações públicas de incentivo que o PR tem vindo da dar.
Ouvimo-los lá, como aqui, a tecer loas ao senhor Presidente, mesmo aqueles que verberaram os mais indecentes vitupérios contra ele, quando se candidatou, acusando-o de tudo e mais alguma coisa.
Eu não, eu votei nele para ele fazer o que faz, ou seja, para encorajar as reformas, sem decidir quais são pois isso não lhe compete, e para exigir resultados rápidos e positivos.
Após o apoio à reformas veio, com esta mensagem, a exigência de resultados em áreas de grande turbulência no ano que agora finda.
Já estou mesmo a ver aqueles socialistas que agora enchem a boca para gabar o PR, daqui a uns meses, a falarem mal dele, quando muito do folclore pseudo-reformista deste governo começar a revelar a falta de resultados e o PR começar a não ser assim tão simpático como isso com os falhanços.
As máscaras da hipocrisia irão cair e nesse momento eu vou-me rir, porque sempre mantive a mesma postura, pois sou coerente, uma vez que votei neste presidente para ele ser o que é, agora, e depois, na coerência do que promoveu em campanha.
Será, por isso, entre muitas outras coisas, um ano interessante, no mínimo.
Vamos esperar para ver.

Thursday, November 23, 2006

[INTERREGNO]

Um interregno é um interregno.
É nisso que eu estou, numa pausa para Kit Kat ou coisa assim parecida.
Não me fui embora, mas volto só daqui a algum tempo.
Confuso? Talvez, mas é mesmo assim, não é para entender é só para registar.
Até...

Tuesday, October 03, 2006

[MAIS UM MOMENTO DE BOM GOSTO]

Photobucket - Video and Image Hosting

Foi, já não é.

Foi pena ter sabido desta tertútlia só no dia de hoje e não antes. Que pena não ter podido ir ouvi-lo.

Que pena.

Ao museu, que continue esta actividade mas que divulgue mais cedo as suas iniciativas.

Saturday, September 23, 2006

[TEATRO EM SEIA] - Divulgação

Photobucket - Video and Image Hosting

Este Sábado, dia 23 de Setembro, pelas 21:30 Horas

No Cine-Teatro da Casa Municipal da Cultura de Seia

‘Auto da Burla do Amor’, pelo Teatro Assombrado

Um auto que é o amor com a burla em volta. Uma comédia polvilhada de música cujo estilo atravessa séculos e remata hoje.

Esta história tão cómica quanto trágica resume o caminho lascivo e sinuoso de dois personagens na busca da felicidade material de um e espiritual do outro.

William Shakespeare baseou-se nesta peça quando escreveu “Romeu e Julieta”.

Texto:Filipe Joel e Mário da Costa
Encenação e arranjo dramatúrgico: Filipe Joel
TEATRO ASSOMBRADO
É uma jovem companhia de teatro que aspira a assombrar o país. Cria os próprios textos, as suas músicas, o seu teatro, e ainda, o seu cinema. Bebe a criatividade na concha das mãos da sombra, daquilo que é sombrio.
Info: Casa Municipal da Cultura

Thursday, September 21, 2006

[GRAÇAS AO BENFICA E A LUÍS FILIPE VIEIRA]

Ao contrário de muitos que falam, falam, falam, mas não dizem nada, o Benfica fala e diz.
O Presidente do clube disse que a questão do Apito Dourado não havia de morrer, como parece que morrerá nos tribunais comuns, e actuou em conformidade.
Desde há vários anos que vejo dirigentes de clubes e comentadores a dizerem que sabem muito, sabem muito, que se falassem acontecia isto e aquilo e na verdade nunca falam, encolhem-se, receiam.Este homem que tem a 4ª classe e que é olhado com desdém pelos doutores do estádio ali ao lado, em vez de pedir que se repitam jogos, denuncia os casos, apresenta dossiers e exige que se levem os casos até às últimas consequências, porque quem não deve não teme.
Passado este tempo todo e todo o berreiro que por aí se faz, foi preciso que Luís Filipe Vieira, sem medo e sem problemas, fizesse uma queixa na liga para que a justiça desportiva começasse a fazer alguma coisa.
Agora, obviamente, vai ocorrer o costumeiro processo de abafamento da questão, até ela cair no esquecimento.
Por isso, diria eu, mandem o caso também para a FIFA, porque se assim for eles terão que pôr os pés ao caminho, caso contrário a FIFA será implacável.

Thursday, September 14, 2006

[INCOMPETÊNCIA POLÍTICA E CORRUPÇÃO DESPORTIVA]

A notícia de hoje sobre o processo apito dourado é mais um episódio rocambolesco da miserável forma como os governantes e dirigentes desportivos encaram as funções quer exercem.
O parecer que Gomes Canotilho, constitucionalista e professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, vem dizer que o processo apito dourado é inconstitucional porque a lei de autorização não permitia que o governo legislasse sobre a corrupção não abrangia a corrupção desportiva.
Trocando por miúdos: há matérias de competência absoluta da Assembleia da República e matérias de competência relativa
Nas matéria de competência absoluta só a AR pode legislar.
Nas de competência relativa pode conceder autorização ao Governo para legislar sobre determinados assuntos e matérias especificamente previstas nessa autorização. Sempre que o governo excede essa autorização e legisla sobre matérias que a autorização não inclui, essa legislação é inconstitucional.
Este é o argumento do parecer de Gomes Canotilho, num parecer dado ao advogado de um dos arguidos do processo apito dourado.
Ora, se este jurista, meu antigo professor, tiver razão (não digo desde já que a tenha, sem querer dizer que a não possa ter) o processo virá todo por agua abaixo.
Se isto vier a contecer a responsabilidade é da incompetência de quem, no governo de então, tomou as rédeas deste assunto fazendo o que não podia.
Contudo, mesmo que isso aconteça, esse facto não apaga a “fruta” e os“brindes”, as visitas e os telefonemas que foram feitos para viciar jogos.
Será uma questão formal e não uma questão de factos que decidirá a o processo.
Contudo, os factos continuam lá, a investigação da PJ também, o tráfico de influências também.
Assim, mesmo que penalmente estas condutas não sejam punidas, elas são absolutamente proibidas pela legislação desportiva.
Quando uma empresa despede um trabalhador, nem sempre as suas condutas são penalmente puníveis, não deixando a empresar de o poder sancionar.
Aqui sucede o mesmo, ou seja, mesmo que penalmente estes dirigentes não possam ser punidos, podem bem ser irradiados do futebol, os clubes que dirigem podem ser despromovidos, os campeonatos que ganharam à custa da “fruta” pode ser retirado do palmarés e dado a quem ficou em segundo lugar, como aconteceu com o Inter em Itália.
Aqui nasce a segunda grande corrupção depois do apito dourado.
Enquanto em Itália, em 3 meses, a justiça desportiva despromoveu o colosso Juventus e puniu o Milan, Lazio e Forentina, irradiando dirigentes desportivos, em Portugal, dois anos depois, ainda não foi levantado um único processo a pessoas e/ou clubes para serem sancionados.
Exemplo: O processo arquivado contra Pinto da Costa onde fica claro que este recebeu um arbitro 2 dias antes de um jogo seu, apesar de não ir avante nos tribunais, não deixa de configurar violação das regras desportivas, tendo que ser punido. Ele como os outros.
Agora, pelos vistos, se a inconstitucionalidade for avante, o processo nos tribunais vai morrer, sendo que na federação e na liga já está morto e enterrado.
A incompetência política e corrupção desportiva de mãos dadas em mais uma cena que deixa a mais miserável imagem do nosso país perante o mundo.

Wednesday, September 13, 2006

[DIVIDIR PARA REINAR OU AS TÁCTICAS DAS DITADURAS NA NOSSA DEMOCRACIA]

A ministra da educação é verdadeiramente perversa na forma como estabelece as suas relações negociais com os sindicatos dos professores.
Antes de me embrenhar no assunto digo, desde já, que abomino os sindicatos dos professores, melhor dizendo, os seus representantes, que há mais de vinte anos vivem, sem leccionar, desta vidinha de sindicalista cheia de direitos e quase sem deveres.
Feito o ponto prévio, continuo a achar perversa a forma como a Ministra da Educação entabula negociações com os professores.
Lança, durante meses, de forma cíclica e milimetricamente preparada, ataques fortíssimos aos professores, à sua capacidade, dignidade profissional pondo em causa a sua competência, responsabilizando-os por tudo o que de mal há na educação, desde o absentismo aos resultados miseráveis do português e da matemática.
Estabeleceu um regime de estado de espírito no fundo do poço para todos os professores, estado este fácil de constatar cada vez que falo com algum deles e se aborda a temática.
Depois do enxovalho, procurando baixar a sua auto-estima o máximo possível e efectivamente conseguindo, procurando denegrir a sua imagem junto da população em geral e dos pais em particular, atira-lhes com o doce.
O aumento dos salários para os mais novos que, coitados, trabalham tantas vezes longe de casa, trabalham muito e ganham pouco.
O doce que procura calar os professores que há muito anseiam por esta benesse.
Na verdade a proposta é uma verdadeira tactica de guerrilha, táctica essa que procura criar divisionismos nos adversários, conseguindo assim vencê-los de forma mais fácil.
Os professores novos são a maioria, professores esse que um dia também vão ser considerados os mais velhos. Os que são "os mais velhos" agora são a minoria.
Quanto a estes fez-se um ataque frontal à sua carreira, ataque este que ainda não afecta directamente os mais novos porque ainda estão longe de chegar a esses problemas e têm que se preocupar com os actuais. Quanto aos mais novos “adoçasse-lhes o bico” com o bombom do aumento do salário que tanto jeito lhes dá com as monstruosas despesas que suportam sustentando muitas vezes duas e três casas (no caso de um casal de professores em que ambos foram colocados fora do local de residência).
Com esta atitude mina os professores, divide-os, coloca-os uns contra os outros, dilui o poder dos sindicados, dilui a capacidade grevista dos professores.
As medidas até podem ser boas, mas os métodos são do mais anti democrático que eu já vi em toda a minha vida.

Tuesday, September 12, 2006

[SÓ NÃO É RIDÍCULO PORQUE É MUITO PERIGOSO]

As teses de conspiração do 11 de Setembro de 2001 só não são ridículas porque são extremamente perigosas.
Só quem odiar os EUA, mesmo sem ter motivo para isso, ou odiar a Administração Bush, pode acreditar nas versões fabricadas como as de loose change vendidas por grupos políticos anti Bush e por grupos árabes que procuram descredibilizar a administração Bush.
Olhar para loose change com o olhar preconceituoso de quem detesta a administração Bush é a melhor forma de assimilar as loucuras que ali são ditas e que não têm qualquer base factual, científica e documental, aceitando-as sem as questionar.
Loose change faz lembrar aqueles documentários sobre o Roswell, dos extraterrestres escondidos no deserto americano, ou do tipo daqueles que ainda hoje afirmam que o homem nunca esteve na lua e que tudo o que foi visto foi uma grande montagem cinematográfica para enganar o planeta inteiro, produzida nos famosos estúdios de Hollywood.
Estas reacções a estes acontecimentos, marcantes sem dúvida, são reacções de quem não tolera o poder que os EUA têm no mundo conquistado por direito próprio e que, naturalmente, um dia mais tarde, será substituído por outro.
Em todo o mundo, desde a mais basilar organização animal irracional (a estrutura societária das formigas e das abelhas impõe a existência de uns que são superiores e outros inferiores, havendo grupos dominantes que, de tempos a tempos são substituídos por outros), às mais básicas sociedades nos dias de hoje (sociedade de índios no Brasil e tribos em Africa onde há dominadores no grupo e dominados) e até às mais complexas sociedades em que vivemos (em que quem ganha eleições domina quem as perde, seja nos parlamentos, nas políticas a adoptar, etc), há sempre quem domina e que é dominado. Esta é a forma de organização natural desde os animais irracionais aos racionais.
Historicamente, nas organizações racionais, sempre assim foi, como se comprova com o Império Romano, com as cruzadas de evangelização, com as colonizações onde Portugal teve um papel dominador muito activo, com as invasões soviéticas e o pacto de Varsóvia, com a tentativa Hitleriana de dominar a eurásia, com a hegemonia americana actual, assim como com a futura liderança mundial da China que está a pagar aos seus habitantes para se espalharem por todos o mundo (já há um chinês em casa esquina) a fim de ter neles os pontas de lança, os mensageiros, os olheiros, os espiões se quiseram da China em todo o mundo, garantindo informação preciosa, pois quem tem informação tem poder.
São hipócritas todos os que criticam os americanos por fazerem aquilo que outros, Portugal incluído, fizeram noutros tempos.
A história mundial mostra que a dominação do mundo, ou de zonas deles, é feita por ciclos, sendo alterada de tempos a tempos.
Prefiro mil vezes um mundo dominado pelos EUA do que se tivesse passado a ser dominado pela Ex URSS, caso esta tivesse ganho a guerra-fria.
Querer combater esta hegemonia americana com filmes de contra informação barata, patrocinados por árabes, com vista a destruir um regime em mais um acto que mais não é do que uma extensão dos ataques terroristas, é patrocinar o terrorismo, concordar com ele, é dar-lhe alento.
A guerra contra o terrorismo é também uma guerra de informação e contra informação. Ela não se joga só no Iraque, no Afeganistão, em Atocha ou no metro de Londres, ganha-se ou perde-se na informação que se consegue passar.
Aceitar loose change de forma cega, só porque ele diminui os americanos, só porque os denigre, os diaboliza, é garantir que a contra-informação terrorista está a atingir os seus fins.
Eu jamais aceitarei que as vítimas passem a ser os assassinos, pelo que não embarcarei nesta aberração da conspiração que tanto atrai as pessoas nos dias de hoje.

[2 AMORES]


"Uma comédia hilariante e com muito amor, marca o regresso da dupla José Pedro Gomes e António Feio ao palco do Teatro Villaret.
João, um taxista de Lisboa, tinha uma vida perfeita. Era feliz no seu casamento com Maria e, ao mesmo tempo, muito feliz no seu casamento com Ana.
Tudo lhe corria bem até ao dia em que, envolvido num assalto, heroicamente salva uma velhinha e a confusão se instala. É capa de jornal, trava conhecimento com 2 inspectores de polícia e, como se não bastasse, os seus dois vizinhos de cima de cada uma das suas casas, Simão e Beto, em vez de o ajudarem, ainda complicam mais o seu triângulo amoroso aparentemente perfeito.
Encenação António Feio Autor Ray Cooney Tradução Ana Sampaio Cenário Eric da Costa Desenho de Luz Manuel Antunes Figurinos Bárbara Gonzalez Feio Assist. Encenação Sónia Aragão
Interpretação António Feio, António Machado, Claudia Cadima, João Didelet, Joaquim Guerreiro, José Pedro Gomes, Maria Henrique, Martinho Silva"

"Onde
Teatro Villaret
Quando
a partir 19 Setembro /3ª a Sábado às 21h30 Domingos às 16h30
Quanto
A partir de 18"
Veja tudo em uau.pt
dois dos melhores cómicos nacionais que fazem rir e chorar por mais. Mais um espetáculo de qualidade com a marca inconfundível de Zé Pedro Gomes e António Feio.
A não perder

Monday, September 11, 2006

[UM MINUTO DE SILÊNCIO]

É o que todos devemos dar em memória de todos os que foram barbaramente assassinados por grupos terroristas, grupos esses que hoje em dia, sob a capa de uma teoria da conspiração, são de alguma forma desculpados pela esquerda no mundo, incluindo a radical bacoca que há em Portugal.

Thursday, September 07, 2006

[PCP AMIGO DE TERRORISTAS]

Isto de ter razão antes do tempo acaba em situações como esta. Eu, já de há muito, que considero o PCP português um dos mais retrógrados e antidemocráticos partidos legalizados do ocidente, que sob a capa da pretensa defesa dos direitos dos trabalhadores, esconda a voragem pela guerrilha, pelos atentados terroristas, pela forma de fazer politica pelo sangue e não pela razão. Vontade essa encapotada, sob pena de exclusão do circulo democrático.
Esta convicção, expressei-a no post que escrevi aqui, ontem, onde acusava o PCP e o bloco, entre outros, de apoiarem os Hezzbollah, um grupo terrorista.Qual não é o meu espanto quando vejo hoje nos blogs e depois nos jornais, a denúncia de que o PCP havia convidado as FARC para a festa do Avante.
As FARC são um grupo que a União Europeia considera terrorista, e que actua, na Colômbia, por intermédio de raptos, extorsão, terror, para se financiar e para tingir os seus objectivos.
Este mesmo grupo foi aceite, de pleno direito, como um igual, na festa do Avante, onde propagandeou os seus ideais.
Este comportamento repugnante só me faz ter mais razão.
O PCP pouco diferente é dos grupos nacionalista que há bem pouco tempo criaram polémica em Portugal, com notícias dos seus desenvolvimento e crescimento junto da juventude portuguesa.
Os princípios são os mesmos, apenas em extremos opostos que, nestes momentos, se tocam de uma forma tão profunda.
Vejam aqui a actualização da polémica na blogosfera

[Dia Mundial da Música na Casa da Cultura]

"A Câmara Municipal de Seia vai assinalar o Dia Mundial da Musica no próximo dia 30 de Setembro, à noite, com um concerto com a Filarmonia das Beiras no Cine-Teatro da Casa Municipal da Cultura.
O programa do concerto contempla a celebração dos 100 anos de dois dos maiores compositores portugueses: Fernando Lopes-Graça e Armando José Fernandes. Será ainda interpretada a música de Béla Bartók.
Para uma Criança que vai Nascer, de Lopes-Graça, foi composta em 1961, inspirada nas canções de embalar tradicionais portuguesas.
A Suite para Orquestra de Cordas, de Armando José Fernandes, foi escrita em 1950. Nela o compositor deixa transparecer a sua paixão pela obra do contemporâneo Stravinsky e pela escola impressionista francesa.
Finalmente o Divertimento para Orquestra de Cordas, de Bartók, data de 1939. Um ano antes da Hungria ser invadida, pelo exército nazi. Bartók teve que exilar-se nos Estados Unidos.
O maestro Pedro Neves irá dirigir, pela primeira vez, a Orquestra Filarmonia das Beiras."
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